Como o cigarro cria uma escravidão com sua fumaça, também a mentirada das igrejas (e troços esquisitos como isso) é terrível, porque não prende com ferro, prende com correntes de fumaça psicológica; que faz você ser escravizado por si mesmo. Como um cachorrinho e como um boi você aceita desgraçadamente uma vara e uma corda que domina o seu mais inestimável direito, o de ser livre. Você mesmo prende uma grossa corrente na sua cabeça, nas suas mãos, nas suas pernas, no seu pescoço. A mais cruel escravidão imposta a um ser que nasceu para usufruir da consciência.
Você aceitou(?) a escravidão à invenção do Canalha Inatingível. Você adora essa invenção imposta por canalhas “espertos”, porque ela representa o egoísmo em imagem descomedida; a imagem do rei; que tudo pode, a tudo culpa os outros, tudo quanto é criatividade é dele, tudo de ruim é dos outros, e tudo de bom pertence a ele. Em fala comum: É o mimado preguiçoso que emburra se não for continuamente bajulado. A tristeza dessa imagem dana os que a adoram, porque adula o preguiçoso que ao fazer um pouco de trabalho já se prosta e fica enraivecido, porque acha o trabalho algo penoso, e tem ainda muito rancor contra os que são contentes com a Natureza; porque na realidade dela os capins crescem e precisam ser aparados, e isso contradiz a ilusão do cansativo descanso sem fim; um tipo de “céu” pra boi dormir. A mediocridade dessa invenção só é admitida porque você mesmo inveja uma tal sofrível e ridícula condição; que é o que você em seu egoísmo de “filho do dono” gostaria de ser (e também vive aluado atrás da idéia de que “dono”, “patrão”, é rico porque é vagabundo-enganador, um vida-mansa, como os falsos líderes que roubam os próprios degraus da escada em que sobem). A Natureza nem ao menos ri do que você corporal e psicologicamente colhe com isso. Ela repudia; e mostra os resultados desse estúpido pensar na Sociedade (que pena tanto quanto você); e mais agora ainda, em todo o ambiente prejudicado pelo coacervado grotesco e já repugnante do número de gente absurdamente em insano desvario.
Aí meu(s) caro(s) você pergunta como é que todos podem aceitar ver tanta estampada desgraça, destruindo irreversivelmente ora um ora outro, e você se pega ainda mais “fiel” na mentira que os canalhas “mandantes” da vida das pessoas vestem, enfeitam, viciados no fumo de que vão continuar isso eternamente.
Como? Se não fosse sua própria enganada condição psicológica você nunca aceitaria escutar coisas como a que um elemento que massacrou a cabeça de alguém que possa ter dito que a Justiça fica à direita da Verdade (frase prontinha pra ser usada com dissimulação e engodo pelos pulhas enganadores que traem a avidez humana pelo saber e a atolam de vez na fantasia); e nem em descuido você também se danaria a aceitar “humildemente” as tais “coisas que você não pode mudar”. Ah! No estender tão infinito do Universo se tem algo tão inequívoco como nosso flagrante de instante para ver e se deliciar com a vida; é a mudança ininterrupta que acontece inexoravelmente. Portanto, como consciência, só aceitando uma condição de covardia e submissão você dispensaria o seu valor como agente melhorador da sua própria vida e dos que desfrutam do mesmo instante de sorte que você. Então você tem a sortuda chance de viver que é muito menor do que a chance de morrer. E se você não aceita que a máxima lição da Natureza dá essa sorte a seu filho, ou ao(s) filho(s) de seu(s) amigo(s), e que isso já é suficiente para postar-se em sua vida com contentamento que assegure a própria beleza da vida; sinceramente só resta a você aceitar a mão da invencionice sobre sua cabeça; e afundar na falsa vanglória como aquele assassino que depois danou a “ditar” normas avêssas à liberdade humana.
Então meu(s) caro(s), você é daninho a si mesmo, e nunca dará a chance a si próprio de pensar que o inventado Espantalho-Mor que vive(?) sentado num “trono” ( em que “altíssimo” só vai até à rala referência da atmosfera de nuvens de um planeta, pois daí pra lá essa noção de em cima e em baixo já não tem mais cabimento) precisa do seu tão parco e desassistido bolso. Que “poder” é esse? É a enganação parasita dos que não têm postura para encarar as dificuldades da vida como vemos em todo redor como é. E ao invés de viver sinceramente como um ser humano, consciente da necessidade de sua evolução, você espera ainda o refluxo da maior inundação dessa desgraça, que se dependesse de você nunca terminaria.
Como você não suporta o sofrível e lastimável estado do seu desvalor para com seu próprio ser, então arraste um monte com você para o aumento dessa desgraceira. Apenas, então, nunca esqueça (refestelado ou não à custa disso): quanto mais você aumenta essa desgraça, maior é o tanto de esgoto que impedirá, quando você prumar a cabeça na esperança de se livrar; então verá o que fez aos outros.
Haddammann Veron Sinn-Klyss.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Pecado iauhdsouahduoashd
HOHOHOHOH
Euvi
JC! piadista. =P
hahhaha
hauehaeuaheuaehau
Pecado iauhdsouahduoashd [2]
aa o zanfa tava aqi e nem passou em casa?
UHDSAHDSUA brincs
aadooooooro polêmica UDSAHDAHU
aerioeriaeo
boa
PECADO!
IASUHDIAUSHDIUAHSDIUAHSDUIHASIDADASD
asieuasieHASIHEiashes
J.C! e suas piadinhas sarcasticas =) AHAHA!
uns ali tavam chorando d tanto rir! essa causou geral mesmo kkkkkkkk
cara, eu nao entendi essa… JC! explica plz x_x
eu pensei que ele tivesse dançando o titanic xD é isso?
abraços!
[]‘s
uaehuehauheauheaueh ahh o verão
mais um de seus milagres lol
fanfarrão, heim Senhor?!
HUAHUAHAHAHUHUAHHAU, omg!
hsauhsuahsuahsua
eurimuitooaqui!
u.ú
jesus causando hein… hauihsiuahsuiahiushaiushaiuhsiuahsiuahisuha
Terrível!
já tava benloko né? aposto…
Nemri.
eu ri.
vou pro inferno por isso?
AUHAHUAHUHUAHUAHUAHUAHUAHU
Não sei por que nunca consigo segurar a risada, sei que é pecado mas…
Padre vim me confessar
Jesus danaduxinho. n.n
Jota-Cê, o senhor é um fanfarrão!
Huahuahuahua!
Mto boa essa.
Mas,ele Também poderia estar dizendo:
- Vão fazer um monumento em minha homenaguem assim em 1931 D.C …
J.C e suas premunições!
He is the guy!
láááááááááá…. lá lá-lá láááá… (o que você vai contar para os seus netos!)
eu ri de monte.. Super
\rimto
Como o cigarro cria uma escravidão com sua fumaça, também a mentirada das igrejas (e troços esquisitos como isso) é terrível, porque não prende com ferro, prende com correntes de fumaça psicológica; que faz você ser escravizado por si mesmo. Como um cachorrinho e como um boi você aceita desgraçadamente uma vara e uma corda que domina o seu mais inestimável direito, o de ser livre. Você mesmo prende uma grossa corrente na sua cabeça, nas suas mãos, nas suas pernas, no seu pescoço. A mais cruel escravidão imposta a um ser que nasceu para usufruir da consciência.
Você aceitou(?) a escravidão à invenção do Canalha Inatingível. Você adora essa invenção imposta por canalhas “espertos”, porque ela representa o egoísmo em imagem descomedida; a imagem do rei; que tudo pode, a tudo culpa os outros, tudo quanto é criatividade é dele, tudo de ruim é dos outros, e tudo de bom pertence a ele. Em fala comum: É o mimado preguiçoso que emburra se não for continuamente bajulado. A tristeza dessa imagem dana os que a adoram, porque adula o preguiçoso que ao fazer um pouco de trabalho já se prosta e fica enraivecido, porque acha o trabalho algo penoso, e tem ainda muito rancor contra os que são contentes com a Natureza; porque na realidade dela os capins crescem e precisam ser aparados, e isso contradiz a ilusão do cansativo descanso sem fim; um tipo de “céu” pra boi dormir. A mediocridade dessa invenção só é admitida porque você mesmo inveja uma tal sofrível e ridícula condição; que é o que você em seu egoísmo de “filho do dono” gostaria de ser (e também vive aluado atrás da idéia de que “dono”, “patrão”, é rico porque é vagabundo-enganador, um vida-mansa, como os falsos líderes que roubam os próprios degraus da escada em que sobem). A Natureza nem ao menos ri do que você corporal e psicologicamente colhe com isso. Ela repudia; e mostra os resultados desse estúpido pensar na Sociedade (que pena tanto quanto você); e mais agora ainda, em todo o ambiente prejudicado pelo coacervado grotesco e já repugnante do número de gente absurdamente em insano desvario.
Aí meu(s) caro(s) você pergunta como é que todos podem aceitar ver tanta estampada desgraça, destruindo irreversivelmente ora um ora outro, e você se pega ainda mais “fiel” na mentira que os canalhas “mandantes” da vida das pessoas vestem, enfeitam, viciados no fumo de que vão continuar isso eternamente.
Como? Se não fosse sua própria enganada condição psicológica você nunca aceitaria escutar coisas como a que um elemento que massacrou a cabeça de alguém que possa ter dito que a Justiça fica à direita da Verdade (frase prontinha pra ser usada com dissimulação e engodo pelos pulhas enganadores que traem a avidez humana pelo saber e a atolam de vez na fantasia); e nem em descuido você também se danaria a aceitar “humildemente” as tais “coisas que você não pode mudar”. Ah! No estender tão infinito do Universo se tem algo tão inequívoco como nosso flagrante de instante para ver e se deliciar com a vida; é a mudança ininterrupta que acontece inexoravelmente. Portanto, como consciência, só aceitando uma condição de covardia e submissão você dispensaria o seu valor como agente melhorador da sua própria vida e dos que desfrutam do mesmo instante de sorte que você. Então você tem a sortuda chance de viver que é muito menor do que a chance de morrer. E se você não aceita que a máxima lição da Natureza dá essa sorte a seu filho, ou ao(s) filho(s) de seu(s) amigo(s), e que isso já é suficiente para postar-se em sua vida com contentamento que assegure a própria beleza da vida; sinceramente só resta a você aceitar a mão da invencionice sobre sua cabeça; e afundar na falsa vanglória como aquele assassino que depois danou a “ditar” normas avêssas à liberdade humana.
Então meu(s) caro(s), você é daninho a si mesmo, e nunca dará a chance a si próprio de pensar que o inventado Espantalho-Mor que vive(?) sentado num “trono” ( em que “altíssimo” só vai até à rala referência da atmosfera de nuvens de um planeta, pois daí pra lá essa noção de em cima e em baixo já não tem mais cabimento) precisa do seu tão parco e desassistido bolso. Que “poder” é esse? É a enganação parasita dos que não têm postura para encarar as dificuldades da vida como vemos em todo redor como é. E ao invés de viver sinceramente como um ser humano, consciente da necessidade de sua evolução, você espera ainda o refluxo da maior inundação dessa desgraça, que se dependesse de você nunca terminaria.
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Haddammann Veron Sinn-Klyss.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
What a lovely day for a 641769! SCK was here
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Flagrado causando geral ahh o verao.. Slap-up
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