Nov.11
29

Interpretando Funks (Parte 1)

5 comentários102 ns.buzz

Como vocês devem lembrar, fizemos um post WIKI (aqueles que VOCÊS participam diretamente do conteúdo) e adivinha só…recebemos mais de 150 interpretações de funks! EU NÃO AGUENTO MAIS ESCUTAR FUNK!!!! 1 semana inteirinha que só toca isso aqui em casa!!!! Bom…como foram tantas participações resolvi dividir. Escolhi algumas interpretações interessantes na Parte 1, mas pode aguardar que a parte 2 vem por aiii….. CONFIRA O INTERPRETANDO FUNKS (Parte 1)

Por: Stefan J.

Música: VUK VUKADÃO

Vislumbra-se a verdadeira epopeia do Funk!
trazendo cultura e a história dos povos do antigo Egito…
Ora, mais de 10 mulheres na mão do MC (conta-se 8), ele é modesto, é humilde e possui apenas um pequeno harém, incomparável à dinastia de Ramsés…
Quanto a Sarrada, trata-se apenas um costume antigo que atravessa os tempos, onde velhas escravas brancas eram encochadas nos campos de arroz na margem do Nilo…
Vuk Vuk seria este o mistério da esfinge? os Egiptólogos ainda não sabem afirmar… Agrega-se assim, na letra, a dúvida que move a ciência moderna…


Por: Bruno M.

Música: Sequencia da Bucetada – MC Soninho

Ah, DJ Diguinho.Como falar de funk erudito sem falar dele? Ele é um dos principais compositores do movimento, com letras rebuscadas como “As tarada da chatuba”.Mas chega de análise do autor, vamos à obra.

Reproduçao humana e suas manifestaçoes é o tema central da obra prima em forma de cançao .O autor uma especie de genio da catinga,denota com aptidao e maestria um tutorial de como se deve comportar em devida atividade com sabios relatos pessoais.
“Quem tem motor faiz amor,quem nao tem bate ponheta” tal frase sabida citada pelo autor é de fato coerente e sincera onde abre portas para entrigas da oposiçao que se defendem de forma leviana e infundada,pois nao adimitem serem interpretadas de tamanha astucia.


Por: Renan V.

Música: Tá tarada – MC Diguinho

Ah, DJ Diguinho.Como falar de funk erudito sem falar dele? Ele é um dos principais compositores do movimento, com letras rebuscadas como “As tarada da chatuba”.Mas chega de análise do autor, vamos à obra.

Temos o começo com a repetição da frase “elas não”, o uso da figura de linguagem anáfora, presente em grandes obras como Os Lusíadas, de Camões.A letra ilustra o fenômeno ainda não nomeado do século XXI, que é o motivo de haver crescimento demográfico negativo em alguns países, de que as mulheres estão cada vez menos preocupadas com relacionamentos sérios.Ele até ilustra a falta de preocupação de algumas no momento em que fala “As tarada da chatuba faz até amor na rua”, mostrando a inversão de papéis e a queda do machismo no século XXI.


Por: Ellysson R.

Música: Vou largar de barriga

É notório, que esta música nos remetem à alguns problemas enfrentados pela sociedade contemporânea, como a escassez d’água em determinados locais e o índice de natalidade elevado que tais lugares geralmente tem.Também nos mostra as conseqüências que tais fatores podem trazer para o ser humano, como o estresse, perda de princípios e valores, desavenças familiares, entre outros.

Porém também nos mostra lados positivos,como, projetos criados pelo governo para melhorar a qualidade de vida dessa gente, o PAC é um exemplo citado na música. E com pessoas empregadas nesses projetos, é possível ter um salário relevante e poder cear de uma alimentação mais saudável, como ovos e lingüiça.


Por: Caio V.

Música: Nós Fugueta e mete o pé

Essa canção demonstra a insatisfação do autor com sua mulher e em razao disso busca ao inves de resolver seu relacionamento , coitos ocultos reconhece os riscos desse tipo de relacionamento e ameaça suas parceiras para que não digam a sua legitima mulher a relação que obtiveram, demonstrando sua preocupação com termo da sua relação principal.
O autor se sensibiliza e divide com seu público um problema de amnesia que possui pós intercurso sexual.
“Fuguetando e metendo o pé” o autor mostra que gosta de viver no limiar de uma descoberta de sua mulher sobre suas escapadas.


Por: Tabata M.

Música: Bateu saudade agora chora

Essa música fala de uma amor tão grande a ponto de a pessoa que ama deixar todas as outras coisas em segundo plano.
Amor esse que não foi correspondido. A terceira estrofe demonstra claramente o sentimento de inferioridade do autor, que após a desilusão resolve seguir em frente.
Quando enfim a pessoa amada se arrepende e quer investir nesse relacionamento, já é tarde.
MC Garden descreve como são os relacionamentos e como enfrentá-los em momentos ruins e bons.


Por: Douglas A.

Música: Vem que eu to ereto

Neste mundo, fruto da revolução industrial, da produção e do consumo em massa, MC Ereto faz uma oportuna crítica sobre a forma na qual a sociedade ocidental vem encarando as já fragilizadas relações sociais. Na obra em questão, “vem que eu tô ereto”, o MC traça um paralelo onde o consumo de exacerbado de bebidas ligado ao imediatismo por sensações e experiências de cunho carnal, criou um fragilizado ambiente onde o homem – antes conquistador e galante, cumprindo sua função biológica de reprodutor – tornou-se presa acuada de mulheres de idade já avançada – exemplo cada vez mais comum em eventos por esse Brasil. Mesmo os de rock, bebê! – fruto do advento da revolução feminista, onde a mulher trocou o amor de ser mãe, esposa e mulher pela independência da figura paternal do homem. Neste complexo cenário, MC Ereto brada o esquecido papel do homem, mesmo que de objeto sexual, e orgulhosamente – num misto de provocação instigante e ódio – diz para todas as mulheres do mundo VEM QUE EU TÔ ERETO! Uma clara metáfora que inicia o contra-ataque dos homens, já previsto pelos sociólogos ingleses na década de 1970. Um marco na música mundial.


Por: Douglas A.

Música: Tipo Colombia

Globalização, aldeia global, mundo sem fronteiras, chame do que quiser, MC Frank chama o mundo que vivemos de “tipo Colômbia” e faz uma importante narrativa dos conflitos armados pelo mundo. No trecho/refrão em que diz “´Árvore seca, é nois! / Tipo Colômbia (tipo, tipo, tipo Colômbia), na Colômbia (éhhh!) a bala vai comer” calorosamente pede a sensibilização para a questão do povo libanês (a árvore, símbolo da bandeira libanesa, tornou-se seca, num nítido pedido de ajuda proferido pelo MC) e convoca todos os seres humanos para a questão da primavera árabe, na qual ser “tipo Colômbia”, colombiano, é aceitar a condição intrínseca de guerrilheiros que nos é primária e lembrar-nos que a vitória é fruto da “bala comendo” ao som de solos de saxofone, típicos das danças eróticas e sensuais. Grande sacada do MC, pois constantemente pensarmos que o mundo está uma putaria! Montando, desta forma, uma alegoria caleidoscópica da liberdade humana, com tons de psicodélismo, trazido pelo uso de sons repetitivos, quase tribais, que em muito tem a ver com o movimento hippie da década de 1970, nos EUA. MC Frank pede paz para o mundo, mesmo que pra isso seja preciso ir à guerra! Repaginando para os contornos atuais o antigo ditado: “se queres a paz, prepara-te para a guerra” de Vegécio, escritor do Império Romano do século IV d.C.


Por: Adrian

Música: É só Galada

O termo “galada” significa que o autor demonstra a necessidade em reconhecer os filhos que ele tem fora de seu relacionamento, vê se também que o fato é agravante pois o individuo afoga sua amargura com excesso de álcool e para suprir sua paternidade recolhe animais de estimação (juntar a cachorrada) pelas ruas de sua cidade.


Por: Pedro A.

Música: Cocô teimoso

Após longos anos dedicados ao estudo do sistema digestório, o autor revela o elo comum de toda a humanidade na introdução do poema ao declamar:
“Eu cago/DJ também caga/A rapaziada toda caga/Aquela menininha bonitinha ali, também caga”, ou seja, a afirmação da identidade humana como algo único e de importância crucial na manutenção da vida, excluindo desta união seres que não o fazem, como dito na passagem: “Se não cagar, é alienígena, neguinho”, revela a importância do ato no elo perdido da vida.
Noutra passagem, o autor faz uma oposição a esse elo ao mostrar um ato de egoísmo para com seu semelhante ao se deparar com a água da privada “toda mijada”.
Esse jogo de certo contra errado, bem contra mal, é rapidamente suprimido com a afirmação mais que relevante: “Cagar é uma arte/Uma arte profunda!”


Por: Maicon M.

Música: Se ela Daça eu Danço

Uma música de iminente cunho democrático, que demonstra a igualdade entre os indivíduos pertencentes a uma república.
O autor nos remete a um raciocício de igualdade de direitos entre os cidadãos que vivem em um estado democrático de direito: “se ela dança, eu danço!”.
O DJ a que se refere, faz alusão ao Chefe de Estado de uma nação, o qual, na américa descrita por Alexis de Tocqueville em sua obra “Democracia na América”, seria alguém do povo e a quem todos deveriam ter acesso.


Por: Mairon F. / Maicon M.

Música: Parado na esquina

Este funk do Mc Roba a cena expressa por meio de outras palavras as Leis da física.
Nosso compositor começa dizendo que ‘ antes de ir para o baile, o bonde fica parado na esquina’. Ou seja, ele diz que a soma de suas forças resultantes é igual à zero, e assim, respeitando a lei da Inercia, tende a permanecer ‘parado na esquina’ até uma força resultante maior que zero atue sobre ele e assim possa entrar em movimento e chegar ao seu objetivo.
Subseguindo em sua obra, ele diz que ‘ ela passa e empina’ ou seja, a garota faz uma força pra elevar seu glúteo contra a gravidade aumentando assim sua energia potencial gravitacional.
—-
Esta canção transformou-se em um clássico do após receber feliz interpretação do ator Ronaldinho Gaúcho, na qual encena um homem a espera da passagem de lindas mulherem que rumam em direção ao baile.
A garota passa e empina, empina, empina (…) na tentativa da conquista de um dos rapazes do bonde, o que demonstra a clara preocupação do autor em descrever minuciosamente o comportamento dos personagens. A repetição é proposital, pois representa o número de “empinadas” que a menina dá (trinta).
A “escolta” refere-se à retribuição do homem à “empinada”, uma espécie de jogo de sedução que envolve o momento e que, embora “parado na esquina”, é um personagem ativo e com consciência do seu dever enquanto macho e predador.


Por: Franciele F.

Música: Os Bonitinho Tão virando viadinho

Esta Canção retrata o excesso do culto a forma física. A autocontemplação exagerada do porte atlético do indivíduo, causa certa especulação sobre sua masculinidade, e causa questionamento sobre sua opção sexual. Segundo o compositor o fato de alguns homens não terem interesse sexual por seu sexo oposto, só há uma explicação: a convicção de sua homossexualidade.


Por: Rodrigo O.

Música: Casa das primas

Dando um verdadeiro tapa no capitalismo, o autor narra um ato de coragem, ao desfazer-se de todos os seus bens materiais para viver como hóspede numa casa repleta de finas e educadas moças, apreciando uma boa bebida.


Por: Mariana A.

Música: Os Hawaianos- Um Pente e um pente

Uma história de amor e sedução muito emocionante.
O autor fala de seu conturbado relacionamento, onde cita traição e romance em um mesmo contexto.
Conta também seu vício em jogos de azar onde se lê: “o lance é o lance”. Ele tem medo de perder a sua amada então tenta comprá-la com um pente. Não se sabe o final deste romance.


A parte 2 vem ai…tem um funk interpretativo bom? Participe do nosso WIKI AQUI!

Sim, eu leio TUDO.

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102
Nov.11
29

Interpretando Funks (Parte 1)

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Como vocês devem lembrar, fizemos um post WIKI (aqueles que VOCÊS participam diretamente do conteúdo) e adivinha só…recebemos mais de 150 interpretações de funks! EU NÃO AGUENTO MAIS ESCUTAR FUNK!!!! 1 semana inteirinha que só toca isso aqui em casa!!!! Bom…como foram tantas participações resolvi dividir. Escolhi algumas interpretações interessantes na Parte 1, mas pode aguardar que a parte 2 vem por aiii….. CONFIRA O INTERPRETANDO FUNKS (Parte 1)

Por: Stefan J.

Música: VUK VUKADÃO

Vislumbra-se a verdadeira epopeia do Funk!
trazendo cultura e a história dos povos do antigo Egito…
Ora, mais de 10 mulheres na mão do MC (conta-se 8), ele é modesto, é humilde e possui apenas um pequeno harém, incomparável à dinastia de Ramsés…
Quanto a Sarrada, trata-se apenas um costume antigo que atravessa os tempos, onde velhas escravas brancas eram encochadas nos campos de arroz na margem do Nilo…
Vuk Vuk seria este o mistério da esfinge? os Egiptólogos ainda não sabem afirmar… Agrega-se assim, na letra, a dúvida que move a ciência moderna…


Por: Bruno M.

Música: Sequencia da Bucetada – MC Soninho

Ah, DJ Diguinho.Como falar de funk erudito sem falar dele? Ele é um dos principais compositores do movimento, com letras rebuscadas como “As tarada da chatuba”.Mas chega de análise do autor, vamos à obra.

Reproduçao humana e suas manifestaçoes é o tema central da obra prima em forma de cançao .O autor uma especie de genio da catinga,denota com aptidao e maestria um tutorial de como se deve comportar em devida atividade com sabios relatos pessoais.
“Quem tem motor faiz amor,quem nao tem bate ponheta” tal frase sabida citada pelo autor é de fato coerente e sincera onde abre portas para entrigas da oposiçao que se defendem de forma leviana e infundada,pois nao adimitem serem interpretadas de tamanha astucia.


Por: Renan V.

Música: Tá tarada – MC Diguinho

Ah, DJ Diguinho.Como falar de funk erudito sem falar dele? Ele é um dos principais compositores do movimento, com letras rebuscadas como “As tarada da chatuba”.Mas chega de análise do autor, vamos à obra.

Temos o começo com a repetição da frase “elas não”, o uso da figura de linguagem anáfora, presente em grandes obras como Os Lusíadas, de Camões.A letra ilustra o fenômeno ainda não nomeado do século XXI, que é o motivo de haver crescimento demográfico negativo em alguns países, de que as mulheres estão cada vez menos preocupadas com relacionamentos sérios.Ele até ilustra a falta de preocupação de algumas no momento em que fala “As tarada da chatuba faz até amor na rua”, mostrando a inversão de papéis e a queda do machismo no século XXI.


Por: Ellysson R.

Música: Vou largar de barriga

É notório, que esta música nos remetem à alguns problemas enfrentados pela sociedade contemporânea, como a escassez d’água em determinados locais e o índice de natalidade elevado que tais lugares geralmente tem.Também nos mostra as conseqüências que tais fatores podem trazer para o ser humano, como o estresse, perda de princípios e valores, desavenças familiares, entre outros.

Porém também nos mostra lados positivos,como, projetos criados pelo governo para melhorar a qualidade de vida dessa gente, o PAC é um exemplo citado na música. E com pessoas empregadas nesses projetos, é possível ter um salário relevante e poder cear de uma alimentação mais saudável, como ovos e lingüiça.


Por: Caio V.

Música: Nós Fugueta e mete o pé

Essa canção demonstra a insatisfação do autor com sua mulher e em razao disso busca ao inves de resolver seu relacionamento , coitos ocultos reconhece os riscos desse tipo de relacionamento e ameaça suas parceiras para que não digam a sua legitima mulher a relação que obtiveram, demonstrando sua preocupação com termo da sua relação principal.
O autor se sensibiliza e divide com seu público um problema de amnesia que possui pós intercurso sexual.
“Fuguetando e metendo o pé” o autor mostra que gosta de viver no limiar de uma descoberta de sua mulher sobre suas escapadas.


Por: Tabata M.

Música: Bateu saudade agora chora

Essa música fala de uma amor tão grande a ponto de a pessoa que ama deixar todas as outras coisas em segundo plano.
Amor esse que não foi correspondido. A terceira estrofe demonstra claramente o sentimento de inferioridade do autor, que após a desilusão resolve seguir em frente.
Quando enfim a pessoa amada se arrepende e quer investir nesse relacionamento, já é tarde.
MC Garden descreve como são os relacionamentos e como enfrentá-los em momentos ruins e bons.


Por: Douglas A.

Música: Vem que eu to ereto

Neste mundo, fruto da revolução industrial, da produção e do consumo em massa, MC Ereto faz uma oportuna crítica sobre a forma na qual a sociedade ocidental vem encarando as já fragilizadas relações sociais. Na obra em questão, “vem que eu tô ereto”, o MC traça um paralelo onde o consumo de exacerbado de bebidas ligado ao imediatismo por sensações e experiências de cunho carnal, criou um fragilizado ambiente onde o homem – antes conquistador e galante, cumprindo sua função biológica de reprodutor – tornou-se presa acuada de mulheres de idade já avançada – exemplo cada vez mais comum em eventos por esse Brasil. Mesmo os de rock, bebê! – fruto do advento da revolução feminista, onde a mulher trocou o amor de ser mãe, esposa e mulher pela independência da figura paternal do homem. Neste complexo cenário, MC Ereto brada o esquecido papel do homem, mesmo que de objeto sexual, e orgulhosamente – num misto de provocação instigante e ódio – diz para todas as mulheres do mundo VEM QUE EU TÔ ERETO! Uma clara metáfora que inicia o contra-ataque dos homens, já previsto pelos sociólogos ingleses na década de 1970. Um marco na música mundial.


Por: Douglas A.

Música: Tipo Colombia

Globalização, aldeia global, mundo sem fronteiras, chame do que quiser, MC Frank chama o mundo que vivemos de “tipo Colômbia” e faz uma importante narrativa dos conflitos armados pelo mundo. No trecho/refrão em que diz “´Árvore seca, é nois! / Tipo Colômbia (tipo, tipo, tipo Colômbia), na Colômbia (éhhh!) a bala vai comer” calorosamente pede a sensibilização para a questão do povo libanês (a árvore, símbolo da bandeira libanesa, tornou-se seca, num nítido pedido de ajuda proferido pelo MC) e convoca todos os seres humanos para a questão da primavera árabe, na qual ser “tipo Colômbia”, colombiano, é aceitar a condição intrínseca de guerrilheiros que nos é primária e lembrar-nos que a vitória é fruto da “bala comendo” ao som de solos de saxofone, típicos das danças eróticas e sensuais. Grande sacada do MC, pois constantemente pensarmos que o mundo está uma putaria! Montando, desta forma, uma alegoria caleidoscópica da liberdade humana, com tons de psicodélismo, trazido pelo uso de sons repetitivos, quase tribais, que em muito tem a ver com o movimento hippie da década de 1970, nos EUA. MC Frank pede paz para o mundo, mesmo que pra isso seja preciso ir à guerra! Repaginando para os contornos atuais o antigo ditado: “se queres a paz, prepara-te para a guerra” de Vegécio, escritor do Império Romano do século IV d.C.


Por: Adrian

Música: É só Galada

O termo “galada” significa que o autor demonstra a necessidade em reconhecer os filhos que ele tem fora de seu relacionamento, vê se também que o fato é agravante pois o individuo afoga sua amargura com excesso de álcool e para suprir sua paternidade recolhe animais de estimação (juntar a cachorrada) pelas ruas de sua cidade.


Por: Pedro A.

Música: Cocô teimoso

Após longos anos dedicados ao estudo do sistema digestório, o autor revela o elo comum de toda a humanidade na introdução do poema ao declamar:
“Eu cago/DJ também caga/A rapaziada toda caga/Aquela menininha bonitinha ali, também caga”, ou seja, a afirmação da identidade humana como algo único e de importância crucial na manutenção da vida, excluindo desta união seres que não o fazem, como dito na passagem: “Se não cagar, é alienígena, neguinho”, revela a importância do ato no elo perdido da vida.
Noutra passagem, o autor faz uma oposição a esse elo ao mostrar um ato de egoísmo para com seu semelhante ao se deparar com a água da privada “toda mijada”.
Esse jogo de certo contra errado, bem contra mal, é rapidamente suprimido com a afirmação mais que relevante: “Cagar é uma arte/Uma arte profunda!”


Por: Maicon M.

Música: Se ela Daça eu Danço

Uma música de iminente cunho democrático, que demonstra a igualdade entre os indivíduos pertencentes a uma república.
O autor nos remete a um raciocício de igualdade de direitos entre os cidadãos que vivem em um estado democrático de direito: “se ela dança, eu danço!”.
O DJ a que se refere, faz alusão ao Chefe de Estado de uma nação, o qual, na américa descrita por Alexis de Tocqueville em sua obra “Democracia na América”, seria alguém do povo e a quem todos deveriam ter acesso.


Por: Mairon F. / Maicon M.

Música: Parado na esquina

Este funk do Mc Roba a cena expressa por meio de outras palavras as Leis da física.
Nosso compositor começa dizendo que ‘ antes de ir para o baile, o bonde fica parado na esquina’. Ou seja, ele diz que a soma de suas forças resultantes é igual à zero, e assim, respeitando a lei da Inercia, tende a permanecer ‘parado na esquina’ até uma força resultante maior que zero atue sobre ele e assim possa entrar em movimento e chegar ao seu objetivo.
Subseguindo em sua obra, ele diz que ‘ ela passa e empina’ ou seja, a garota faz uma força pra elevar seu glúteo contra a gravidade aumentando assim sua energia potencial gravitacional.
—-
Esta canção transformou-se em um clássico do após receber feliz interpretação do ator Ronaldinho Gaúcho, na qual encena um homem a espera da passagem de lindas mulherem que rumam em direção ao baile.
A garota passa e empina, empina, empina (…) na tentativa da conquista de um dos rapazes do bonde, o que demonstra a clara preocupação do autor em descrever minuciosamente o comportamento dos personagens. A repetição é proposital, pois representa o número de “empinadas” que a menina dá (trinta).
A “escolta” refere-se à retribuição do homem à “empinada”, uma espécie de jogo de sedução que envolve o momento e que, embora “parado na esquina”, é um personagem ativo e com consciência do seu dever enquanto macho e predador.


Por: Franciele F.

Música: Os Bonitinho Tão virando viadinho

Esta Canção retrata o excesso do culto a forma física. A autocontemplação exagerada do porte atlético do indivíduo, causa certa especulação sobre sua masculinidade, e causa questionamento sobre sua opção sexual. Segundo o compositor o fato de alguns homens não terem interesse sexual por seu sexo oposto, só há uma explicação: a convicção de sua homossexualidade.


Por: Rodrigo O.

Música: Casa das primas

Dando um verdadeiro tapa no capitalismo, o autor narra um ato de coragem, ao desfazer-se de todos os seus bens materiais para viver como hóspede numa casa repleta de finas e educadas moças, apreciando uma boa bebida.


Por: Mariana A.

Música: Os Hawaianos- Um Pente e um pente

Uma história de amor e sedução muito emocionante.
O autor fala de seu conturbado relacionamento, onde cita traição e romance em um mesmo contexto.
Conta também seu vício em jogos de azar onde se lê: “o lance é o lance”. Ele tem medo de perder a sua amada então tenta comprá-la com um pente. Não se sabe o final deste romance.


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